Tira-Gosto
“O que eu quero? Sossego…”
Mas vamos que vamos que daqui a pouco a bodega aqui vai funcionar só meio expediente. E olhe lá.
- “Para que se tenha uma idéia: algo como um bilhão e 900 milhões de dólares foram rastreados na investigação. Fortuna essa advinda de aplicadores e, quase sempre, a transitar por paraísos fiscais. Técnicos do Banco Central e da Receita Federal também trabalharam na megainvestigação pilotada pelo delegado Queiroz.”
Crianças, tudo tim-tim por tim-tim do caso Daniel Dantas, que quase me fez cair da cadeira quando abri os jornais hoje cedo. Bob Fernandes explica tudo, mas tudo mesmo.
Azeredo é aquele puto corrupto de Minas Gerais? Ajude a derrubar esse descalabro. Aliás, os eleitores controlam as contas dele?
- Já baixou o Donkey, do CSS? Olha, eu odeio a palavra “maturidade”. E óbvio que não dá pra usá-la assim num segundo disco, mas é como se a banda estivesse mais… séria. Isso. Como se fosse banda de verdade, tocando direitinho, com uma fórmula pop bem traçada. Eu gostei muito de metade do disco.Aliás, a banda é capa da nova NME, na Inglaterra.
- Cara, e se a internet… er… tipo… sumir do mapa?
- Pizza no casquinho, como se fosse um Cornetto?
- “É que periodicamente surgem entre os nigerianos surtos de uma espécie de psicose. O cidadão acredita que seu próprio pênis está desaparecendo; sente um súbito encolhimento do órgão genital, prenúncio de sua progressiva aniquilação no rumo de um buraco negro. Atribui o fenômeno à feitiçaria, e identifica num passante – ou na pessoa sentada à sua frente numa sala de espera, por exemplo — o responsável pelo malefício. Dá o grito de alarme, e o acusado fará bem em fugir rapidamente: o linchamento vem antes que alguém possa pronunciar “psicose paranóide coletiva.”
E aí, já pensou perder o pau assim?
- O cara mora em Perdizes, o bairro, ninguém sabe direito muita coisa sobre ele, mas aí apareceu no site do Sasha Frere-Jones, da New Yorker, que deu como referência pro som do cara o Animal Collective. Ai a indie scene daqui começou a sacar Babe, Terror. Depois o Pitchfork levantou a bola também. Adianto: achei chaaato.
- “Eu já havia participado de turnês de Bob Dylan e gravado Bob e The Band em 1974, mas ‘Blood on the Tracks’ foi o primeiro e único álbum de Dylan que eu gravei no estúdio. Como muitos de seus fãs, eu sentia grande admiração pelo talento de Bob e respeito por sua postura polida e distante. (…) Era evidente que este álbum trataria de questões pessoais. Bob estava se separando; estava frágil emocionalmente e numa encruzilhada, do ponto de vista criativo.”
Trecho desse livro aqui. Eu quero.
- Um disco pra viciar. Aliás, sempre curti a banda, desde… “Lucyyyyy, não diga que já foi o bastaaaante”. Bons tempos.
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rapaz, é assunto pra ficar uma semana vendo.
vou sacando por aqui…
abraço