Adeus Columbus

O fino (nem tanto) da fossa

Olha, sem muitas delongas: a direção de arte é foda, a cenografia é impecável, a fotografia é bacana, a protagonista é assustadoramente parecida com Maysa (embora seja apenas razoável como atriz), mas no geral… é cafona, é caído, tem um roteiro mal amarrado e cheio de cacoetes como todas as novelas do Manoel Carlos, os planos de câmera são capengas de doer, a direção de atores é horrorosa. Hum… Sei se quero ver de novo não.

Ps.: “Eu não sou programável como um computador”. A frase de Maysa, em diálogo com os pais agora há pouco, desnudou Maneco. Fazer referência a computadores dessa maneira, em 1977, é coisa para noveleiro de merda. Joga isso nas mãos do Gilberto Braga, ô!

Ps2.: A série bateu recorde de audiência. Vamos ver o comportamento do público nos próximos dias, mas aposto na constância dos números; a personagem tem grande apelo popular (ao contrário de Capitu, que ainda sofreu com mais um acesso de umbiguismo do LF Carvalho), a campanha de marketing foi maciça e por aí vai. Eu, por enquanto, to de stand by.

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Harakiri

Caramba, quem aí ainda aguenta essas matérias da Globo sobre os 100 anos da imigração japonesa, hein? Sacais, repetitivas. Quanto pagaram por isso? O pior que até agora não falaram nada do que eu mais gosto do Japão: Junichiro Tanizaki, a banda Toe e o harakiri. Quero ver isso no Jornal Nacional, isso sim é cultura japonesa:

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