Adeus Columbus

Decepção na cidade

Sim, foi assim que eu fiquei vendo Sex and The City - O filme. Como pode ser tão chulo? Como pode ter diálogos tão ruins? Como pode terminar com uma frase digna de um conselho de Luiz Gasparetto (”o amor é a única grife que não sai de moda”)? Como pode ter um roteiro tão perdido, que sai do nada para lugar algum? Como pode, tendo como base um seriado tão inteligente e bem humorado, usar recursos de American Pie para fazer rir? Uma senhora de quarenta e poucos anos se borrando nas calças é realmente constrangedor. Sushi erótico foi péssimo no Domingão do Faustão e continua despertando vergonha alheia. E nem adianta vir com a desculpa de que o filme foi feito para quem gosta da série. Filme é filme, ainda mais um blockbuster com expectativa gigante de bilheteria e tamanha divulgação. É ruim porque é mal dirigido, tem um péssimo roteiro e mostrou que todas elas são ótimas atrizes, mas de seriado. Passou dos 50 minutos de cada episódio semanal, já era, vira uma chanchada no melhor estilo Toma Lá Dá Cá da TV Globo ou melhor, uma versão feminina de Wild Hogs. Constrangedor. Ah, calma, isso ainda não é a minha resenha para o filme, foi só uma observação =P

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Sex In The Sítio

sex

Eis uma sugestão para o cartaz do filme Sex In The City. Que agora ganha um reforço na divulgação, caso seja verdade a foto de Charlotte, vivida pela atriz Kristin Davis, em flagrante bastante modernoso. E não param de pipocar novas fotos.

Ps.: Tirem as crianças da sala ao abrir os links das fotos.

Estampa via Verdurao

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