Adeus Columbus

Swinga! Swinga! II

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Crying

Sério. Fiquei emocionado.

Sem onda.

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Mallu P(r)op

Pois é, é a Mallu Magalhães no comercial da Vivo…

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Mallu domina o mundo

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musicanova.com

“As mesmas majors que conseguiram deter o Napster (processado inclusive pela banda Metallica e pelo rapper Dr. Dre), não souberam se adaptar a uma realidade muito maior que se anunciava: a internet como ferramenta de divulgação musical. Hoje padecem sem saber que rumo tomar, já que os rumos de produção, gravação, divulgação e articulação foram tomados por quem, com um mínimo conhecimento em softwares e internet, consegue gravar suas músicas, mostrá-las a milhões de pessoas e marcar shows. Tudo isso sem sair de casa.”

“A menina que toca violão e gaita ao mesmo tempo, compõe folk, folkabilly e country em inglês e português, gosta de Caetano Veloso, já ouviu falar de Cartola, mas ouve mesmo é Bob Dylan, Johnny Cash, Belle and Sebastian, Moldy Peaches e Vanguart.”

Pois é, do Napster até Mallu Magalhães. Na Tribuna do Norte de hoje, lá em Natal/RN.

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Links (na correria)

Foi mal aê não atualizar direito esses dias. Ando bem ocupado (com coisas boas =P), enfim, qualquer hora volto com cositas nuevas. Por enquanto, sacaí:

- Bacana: o Pedro Doria linkou o Adeus Columbus no site dele, falando sobre a Mallu Magalhães. Aliás, a Mallu vai estar na Rolling Stone do mês que vem (a que terá os Cavalera na capa). Já caiu na rede um vídeo dela cantando Anyone Else But You, tema de Juno, duranta a entrevista. Cool. Hype it!

- Por falar em Mallu, o Zé Flávio Jr. contou na comuna da Bizz no Orkut que o produtores/empresários da Mallu já se reuniram com quatro empresários de grandes gravadoras no Brasil. Mas o que dizem é que a menina vai ficar com a DeckDisc. Hum… =/

- Ah, o Zé Flávio, junto com o Paulo Terron e o Ronaldo Evangelista estrearam um podcast bacana.

- A Maxim, revista americana britânica de comportamento pediu desculpas por ter resenhado o próximo disco do Black Crowes sem ter ouvido. Justo, né? Sem ouvir eu não sei, mas tem neguinho que adora resenhar com uma puta má vontade, que para mim é equivalente.

- Ontem na Estação de Metrô da Luz, às seis da tarde, eu realmente me assustei com o mar de gente da Paulicéia Desvairada. Depois fiquei sabendo que vai piorar.

- Eu jamais conseguiria fazer ISSO.

- Ensaio bacana do CSS na NME =)

Volta aí depois, qualquer hora apareço.

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Altas Horas com Mallu

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Tchubaruba

mallu

A primeira vez que ouvi falar de Mallu Magalhães acho que foi através do Bressane. Corri para MySpace da menina-de-14-anos-cantando-folk. De lá não saí mais. Um dos principais motivos para ter gostando tanto eu confesso que foi a completa falta de saco para menininhas cantando sambas e variações disso com ruidinhos eletrônicos, um lance que não me convence e passa sinceridade zero algumas vezes. Depois me rendi por afeição à sua música. Mallu canta e compõe folk, de violão e gaita em punho e é fruto dessa geração que aprende a navegar na internet antes de sair para ver o sol. Não precisou revisitar Cartola nem Nelson Sargento, ela gosta é de Bob Dylan, Johnny Cash e Moldy Peaches. Em dois meses suas músicas saltaram de pouco mais de uma centena de execuções para dezenas de milhares, foi capa dos principais jornais do país, matéria em TVs e muita, muita falação entre os entendidos do (blergh!) jornalismo de cultura pop. E nessa discussão (um tanto restrita a São Paulo, AINDA) sobre talento, assédio, expectativa (coisa covardemente cobrada de quem entrou nesse bonde sem pretensão alguma) resolvi ver de perto qual é a do hype, a apresentação que ela realizou nessa sexta no Studio SP. E gostei muito, muito mesmo. Mallu tem talento, é sincera, tem boas composições, melodias doces que vagueiam ora pelo country, ora pelo twee pop ou o mais básico do folk. Canta em inglês e português e parece ter uma mínima noção de onde pode chegar, não necessariamente ao estrelato do combalido mercado (?) de música, mas no mínimo tendo na mão o público que tem lotado cada vez mais os seus shows por aqui.

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Links

- O Tas está dando um rolé pela China. Por falar nisso, é imperdível o relato do Antonio Prata, de quando lá esteve ano passado. Já falei para o Antonio que ele tem um livro de crônicas irretocável só com os relatos. E dos melhores livros de crônica que li. É só procurar nos arquivos do blog.

- A dica é do Matias. Só faltava isso. Roscofe, lata de doce, fundo, furico, isso mesmo, só que de chocolate.

- Foi uma das coisas mais criativas que fizeram com capas de discos. Genial.

- Vamos que vamos que a onda é folk! Tem Mallu, Stephanie (bem ruim =/), e tem Lisa Li-Lund, que segundo consta toca no Brasil em Abril.

- Tem coletânea gringa de eletrorock saindo do forno. E com música do Lucy and The Popsonics.

- Música demais nesses links hoje, né? Pois tem mais. Constantina, banda mineira. Eu achei uma mistura de Toe com Explosions in The Sky e pitadas de Clube da Esquina. Sacou?

- Os Cavalera marcaram para 25 de março o lançamento do Cavalera Conspirancy. Na boa? Não acho digno. Sou mais o Max no Soufly.

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- “Acossado por um presente marcado pela ruína, o presidente dos EUA tentou empurrar o próprio julgamento para a posteridade. Bush disse que “a história vai julgar as decisões” que tomou. Bobagem. Desnecessário esperar tanto. Pode-se avaliá-lo imediatamente. Uma palavra resume-lhe os sete anos de gestão: desastre. Bush começou em vexame, colecionou ultrajes e termina em fracasso.” O bom artigo de Josias de Souza sobre o fim da Era Bush reforça um sentimento que nutro faz algum tempo: a completa incapacidade de atirar pedras nos EUA, a nação.

- Há que se condenar a política externa e os meios algumas vezes espúrios de manutenção do império, mas jamais não reconhecer a dinâmica da democracia americana que não deixa confundir os princípios políticos de um país com a política de alguns presidentes. Bush volta para onde nunca deveria ter saído, os EUA seguirão certamente com menos ranço após o trauma, aprimorando a sua democracia. O que me faz, além de recomendar a leitura de Tocqueville, ter muita dó de quem conta os dias para a “queda do império”. A troca de comando americano pelo chinês vai ser muito pior…

- New Journalism para contar como foi a micareta dos nerds, a Campus Party, que aconteceu esta semana em São Paulo. O Ibirapuera estava um primor. Texto de Pedro Doria.

- Na redifinição do mercado de arte pop e entretenimento que o mundo vem passando, idem o Brasil, as grandes empresas estão sendo obrigadas a admitir que existe um novo nicho, um potencial mercado e que precisa de apoio. Por isso, além de comemorar o incentivo da Petrobras aos festivais de música independente, cabe um aplauso a OI, que vai investir uma nota preta em cinema, música, artes plásticas e literatura. Incluindo meu afetivo Festival DoSol. Só uma coisa: é bom que isso se reverta para as bandas, em cachê e estrutura. E não apenas no DoSol,  mas em todos os festivais agora apoiados por grandes empresas, públicas ou privadas.

- E aí, tá afim de torcar no Abril Pro Rock? O festival este ano além de Paulo André, conta com a curadoria de Gui e Bruno.

- Fui ver o show da Mallu Magalhães no Studio SP, sexta passada. Perdi. Assim que cheguei, mais de meia noite, ela estava de saída. Tinha aula no outro dia, não podia dormir tão tarde. Coisa normal para uma menina de 15 anos. Próxima sexta prometo chegar mais cedo. Vai ser bom ouvindo uma menina nova e que não está fazendo samba com ruidinhos eletrônicos. Ah, dá para baixar um EP dela aqui, organizado por alguns fãs.

- Aproveita e faz download do disco Let It Die, para mim o melhor da canadense Leslie Feist. Soft folk com classe.

- Hum… Sei lá porque, mas hoje acordei com vontade de ouvir o disco Mezzanine, do Massive Attack. Parece que foi ontem o susto bom que tomei quando ouvi pela primira vez.

- Sempre existem aquelas categorias do Oscar em que na hora do bolão de apostas entre os amigos, a gente não faz a mínima idéia de em quem votar. Uma delas é a de Melhor Curta Metragem. Não fazíamos idéia. Agora os curtas indicados podem ser assistidos aqui.

- Um site fofo.

- Nós que não dávamos a mínima para a revolução e um dia fomos tão jovens, bonitos, imortais. Por Lawrence Schiller.

- Até Robert Fisk foi vítima da pirataria.

- É temeroso e tênue o limite entre a crítica e o desrespeito a um senhor de oitenta anos de idade, como Ariano Suassuna. Que como resume bem Xico Sá, é um grande escritor, mas um pensador de merda. Só que na espuma criada por suas palestras engraçadas e comoventes, esquecem justamente disso: do seu pensamento de merda, conservador e xenófobo. Nem tudo são flores. Aliás, algumas flores são verde oliva

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- “O Bonde do Rolê, assim como Lily Allen, a bandaArctic Monkeys e, recentemente, a adolescente “tchubaruba” Mallu Magalhães, é fruto do MySpace, a grande rede social da internet para que novos músicos possam trocar figurinhas entre si e, principalmente, aparecer para o mundo.” Um fenômeno em resumo.

- Frances Bean é um nome familiar para você? Tem a cara do pai.

- Mallu Magalhães é bacana, tem “Tchubaruba” e tal. Mas essa Stephanie Toth é muito, mas muito ruim mesmo. Mas já que o assunto são meninas cantando, que tal Basia Bulat?

- Desejo de consumo para a minha estante.

- Tem gente ainda ressacado do carnaval. E reclamando justamente.

- Marcelino voltou ao batente. E o Mario está sempre lá.

- Um traço de alto nível, esse do Grampá.

- Hablando serio. Imperdível a matéria do Bressane.

- João Moreira Salles já disse que as eleições americanas são algo tão importante que o mundo todo deveria ser convocado para votar. Então qual é o discurso dos atuais candidatos a presidência dos EUA sobre o Brasil?

- “Você está para fazer oitenta e dois anos. Encolheu seis centímetros, não pesa mais do que quarenta e cinco quilos e continua bela, graciosa e desejável. Já faz cinqüenta e dois anos que vivemos juntos, e eu amo você mais do que nunca. De novo, carrego no fundo do meu peito um vazio devorador que somente o calor do seu corpo contra o meu é capaz de preencher.” Eu achei bem forte a carta de Andre Gorz para sua mulher Dorine.

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