Run like hell

Posted by levino on junho 7th, 2008 filed in 14 Polegadas, Alta Fidelidade, Estante, Premiére, Vida Digital

Rápidas e rasteiras que o tempo urge.

“O ator e diretor americano Clint Eastwood mandou hoje seu colega Spike Lee “calar a boca”. A declaração foi feita após Lee criticar Eastwood por não incluir nenhum soldado negro em dois filmes recentes do diretor. Em sua crítica, Lee se referia aos filmes “A Conquista da Honra” e “Cartas de Iwo Jima”, ambos feitos por Eastwood e que narram batalhas travadas perto do final da Segunda Guerra Mundial.”

Que coisa, né? Mas o Eastwood justificou direitinho, não ficou só na bronca não.

“Um homem vestido com o uniforme do Batman, personagem das histórias em quadrinhos, fez um protesto durante a sessão que aprovou o aumento de 36% nos salários dos vereadores no final da tarde desta quinta-feira, em Joinville.”

Já pensou se a moda pega? A Liga Justiça vai ser pouco para tanta coisa…

Afim de ouvir o disco novo do CSS, Cansei de Ser Sexy? O Amazon liberou 30 segundos de cada faixa. Güentaê que daqui a pouco vaza e eu disponibilizo o link pra download completo =)

Deus do céu, o paraíso: 150 (eu disse CENTO E CINQUENTA!) scketches do Monty Phyton. De graça, com links virados pro YouTube.

Os moleques do filme Superbad estão escrevendo um episódio de Os Simpsons. Vem coisa boa aí, né?

Genial isso aí em cima, né não? Óbvio que o filme não vai acontecer, mas os caras criaram uns cartazes muito fodas. A lebre foi levantada pelo Bruno.

Quero, desejo e não vou conseguir viver sem, como diz me amigo Augusto Bezerril.

Saca esses desenhos do Grampá. Isso tá virando filme. Produzido pelo Rodrigo Teixeira, bróder.

Segundo o Terron, Seu Jorge vai gravar Michael Jackson e Kraftwerk no seu novo disco. Protegei-nos Senhor!

Mario Ivo justifica (e eu acompanho o voto do relator) porquê ainda não leu Ulisses, de James Joyce.

Por falar em literatura, saiu a programação completa da Flip 2008. E eu não vou mais. Pois é, minha segunda Flip vai ficar pro ano que vem. Ponderei custos e enfim, não valia a pena sair de casa e gastar tanto (mesmo revendo e convivendo lá com bons amigos) para ver três mesas que eu acho indispensáveis: Pierre Bayard, Tom e Neil Gaiman.

Na verdade o comercial deveria ser proibido de tão ruim que é, não por ser ofensivo a moral. Aliás, ofensivo mesmo so à criatividade. Ah, publicitários…

O maior desastre do mundo. Aqui.

Olha que relógio louco! Dica da Hermman.

Em se tratando de literatura no Brasil, é urgente que o debate tome esse rumo:

“Como disse, está havendo o Salão do Livro, aqui em Teresina. E 9 entre dez “escritores” reclamam da falta de apoio, da falta de incentivo, etc, etc, etc. Pergunto: até que ponto é obrigação/responsabilidade do Estado ou da iniciativa privada bancar/financiar livros (considerando-se que 90% deles, eu inclusive, ou mais, sejam de interesse único e exclusivo do autor e sua família, ou fruto de vaidade, ou qualidade literária sofrível)? Como incentivar novos escritores? Concursos premiam um de cada vez, e olhe lá. Enfim, qual o papel do Estado nisso tudo? Bem, se acreditar que isso pode ser um bom tema, ótimo. Senão, ao menos pode-se discutir por aqui.”

Palavra do Tiago, escritor no Piauí.

O Sergio Rodrigues opina do outro lado:

“Mas não digam que fiquei em cima do muro. Acredito que o Estado tenha um único – e importantíssimo – papel em relação à literatura: cuidar dos leitores, tanto de sua formação (oferecendo uma educação pública de qualidade) quanto de seu acesso aos livros (por meio de uma boa rede de bibliotecas, campanhas de divulgação, incentivos para publicações de baixo custo etc.). Digamos que no desempenho desse papel, numa escala de zero a dez, o Estado brasileiro leve nota um.”

E ainda sugere uma matéria bem boa sobre o assunto.

O Calil é desses que prestam atenção nos créditos dos filmes. E isso diz muita coisa sobre o cinema atual.

E aí, foi bom pra você?

Ps.: Já baixou o novo disco do Coldplay? Tio Levino consegue pra você. Clica aqui.

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