O fino (nem tanto) da fossa
Posted by levino on janeiro 5th, 2009 filed in 14 PolegadasOlha, sem muitas delongas: a direção de arte é foda, a cenografia é impecável, a fotografia é bacana, a protagonista é assustadoramente parecida com Maysa (embora seja apenas razoável como atriz), mas no geral… é cafona, é caído, tem um roteiro mal amarrado e cheio de cacoetes como todas as novelas do Manoel Carlos, os planos de câmera são capengas de doer, a direção de atores é horrorosa. Hum… Sei se quero ver de novo não.
Ps.: “Eu não sou programável como um computador”. A frase de Maysa, em diálogo com os pais agora há pouco, desnudou Maneco. Fazer referência a computadores dessa maneira, em 1977, é coisa para noveleiro de merda. Joga isso nas mãos do Gilberto Braga, ô!
Ps2.: A série bateu recorde de audiência. Vamos ver o comportamento do público nos próximos dias, mas aposto na constância dos números; a personagem tem grande apelo popular (ao contrário de Capitu, que ainda sofreu com mais um acesso de umbiguismo do LF Carvalho), a campanha de marketing foi maciça e por aí vai. Eu, por enquanto, to de stand by.


janeiro 6th, 2009 at 2:00 pm
Salve salve Lira Neto.
janeiro 8th, 2009 at 11:47 am
Se não fosse o umbiguismo do Luiz Fernando Carvalho, a televisão continuaria (e continua) no paredão imenso e duro que é pela falta de imaginação. Abraço todo mundo que tenta acabar com a imensa chatice de hoje em dia que é ligar a televisão.