Memória Afetiva
Marcas da Violência, 2005, Cronenberg. A violência sem o retoque pop de Tarantino, crua, nua, fria, simples como um cano quente. A história de Tom Stall, que vivia uma vida feliz até se tornar herói. A adaptação da graphic novel original é caprichada na direção, na fotografia, no enredo e nas atuações, com destaque, claro, para Mortensen e William Hurt. Três anos, mas parece que foi ontem.
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