Dias Estranhos
Dias Estranhos é o segundo livro de Rodrigo Levino. Lançado pela Editora Lidador, através do Selo Jovens Escribas e patrocinado pela Digizap.
É uma coletânea de crônicas cotidianas que tratam com um olhar, às vezes melancólico, da pressa, da falta de tempo, das rápidas transformações que atingem a cidade. Uma cidade sem nome, mas poluída, crescendo desordenadamente e refletindo esse caos nos que nela vivem. O livro lança, por causa disso, um olhar esperançoso - sem ser pieguas - sobre o passado, a infância, os discos afetivos, os filmes da adolescência e os livros empilhados na sala do pequeno apartamento.
“Levino trabalha na tensão exata. Seus textos são ternos, mas não são fofos. São doces, mas não açucarados. São belos e um pouco tristes, porque a vida é assim, ele sabe disso e sabe, delicadamente, mas sem frescura, descrevê-la.”
Antonio Prata, Escritor e Colunista d’O Estado de São Paulo
“Rodrigo Levino transforma seu olhar particular em algo que podemos absorver quase ao ponto de experimentarmos o mundo em seu lugar, nem que seja pela duração da leitura. Belo sem ser piegas e reflexivo sem ser pesado, Dias Estranhos nos dá a sensação de que no fundo não estamos tão separados assim uns dos outros.”
Daniel Galera, Escritor
“Sua conexão umbilical com a infância e com a cultura digital, além do tanto de lirismo que joga no cotidiano ora bucólico, ora hardcore, fazem de “Dias Estranhos” um belo exemplo da nova crônica que se pode encontrar ao tirarmos o nariz dos jornalões.”
Cecilia Giannetti, Escritora e Colunista da Folha de São Paulo
“O que Rodrigo escreve, descreve as sensações de todos os nossos sentidos. É como música que nos envolve, embala e dispara nossos corações.”
Nando Reis, Cantor e Compositor
“Apesar de destro, Rodrigo Levino conduz as letras como um meia esquerda dos bons. Sabe armar as jogadas, é objetivo e se movimenta com classe pelos gramados da ficção e do jornalismo.”
Cassiano Elek, Editor e Jornalista (Cosac Naify)
“Ora, sabe-se até no Quinto dos Infernos que nada nem ninguém salvará mais nem jamais o infante Dom Rodrigo do destino que o persegue. O bom Levino – que tem nome de escritor, consagrado na pia batismal, enfatize-se – sabe escrever.”
Mario Ivo Cavalcanti, Jornalista (JH 1º Ed.)
“O Rodrigo Levino é um sujeito bom de texto e de amizade. Até o Xico Sá, que é um cara enjoado da peste, gosta do que ele escreve. Eu assino embaixo.”
Marçal Aquino, Escritor e Jornalista
“A sangria de um açude é um gozo coletivo do sertão de todas as esperas. Nada mais lindo do que esse rompimento do hímen de todas as securas guardadas debaixo do chapéu de couro curtido que preserva o juizo do homem e a esperteza de Deus. A escrita de Rodrigo Levino tem essa sangria que tinge o branco do olho com o rubro veio dos homens que choram por amor, saudade, chuva grande ou cachaça idem. Como a cheia de um açude cuja parede geme mas não quebra, como um homem que deixa o sertão mas o sertão não larga dele, esteja em São Paulo, NY ou Tegucigalpa. E viva o encontro de Moby Dick com a Baleia do velho Graça!”
Xico Sá, Escritor e Colunista da Folha de São Paulo
“Seus contos/crônicas são de uma ternura, de uma leveza, sem que isso signifique frouxidão ou água com açúcar. É cachaça pura. Da boa. Daquelas que descem sem arranhar, mas dão um fogo danado.”
Ivana Arruda Leite, Escritora
“Rodrigo, para quem não sabe ainda – e todos sabem quando aporta o talento – é o sol que se alevanta. Nosso mais importante cronista, um talento jovem oriundo do Patú que já nos deu, recentemente, Márcio de Lima Dantas. À sombra do Lima, Patu nos dá uma poesia sofisticada, a de Rodrigo, em prosa. Uma prosa aliás saborosíssima, em alguns momentos de uma espécie de sensibilidade feminina permeando seu texto; um texto inteiriço, sem rebarbas, dizendo com originalidade e precisão.”
Franklin Jorge, Escritor e Jornalista
O livro pode ser adquirido na Livraria Siciliano ou através do e-mail rodrigolevino@yahoo.com.br, com entrega para todo o país.
