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Underwater
Veneza, como Santa Catarina.
Deixe seus comentáriosOráculo
Quando Fareed fala é melhor ouvir.
Aliás, acabou de sair no Brasil, pela Cia das Letras, o livro O Mundo Pós-americano, autoria do acima citado. Sério, denso, com uma capacidade assustadora de análise. Vai na cola com American Vertigo, do Bernard-Henry Levy, e você tem tudo para sair cuspindo as melhores análises da política e sociedade americanas.
Deixe seus comentáriosEspiando
“Tenho, e cá confesso, um fraco por Frank Sinatra. Não há Tony Bennett que me convença ou Bing Crosby que me anime. Sinatra é tão superior a qualquer outro – na interpretação, na voz. Principalmente, Sinatra era um bad boy disfarçado. Nos Anos 50 e primórdios dos 60, irremediavelmente caretas, ‘anos dourados’, dechavando em canções que todos lembram como românticas, Sinatra era capaz de sugerir que uma determinada mulher era melhor do que cocaína (I get a kick out of you) e que outra, que todos dizem frígida, só precisava de um homem de verdade na cama (You’re sensational).”
Tô com o Doria.
- O que é essa Mixtape do Aphex Twin, no Coachella 2008? Baixaqui =) Via Trabalho Sujo.
- 177 mil dólares por um manuscrito de Eleanor Rigby. Uma nota, hein.
- Ufa, não vão melar completamente Oldboy, um dos melhores filmes orientais dos últimos anos. Spielberg e Smith vão adaptar a Graphic Novel. São coisas diferentes.
- Quem anda por esse blog sabe que gosto da música de Mallu Magalhães. Acompanho, relativamente, desde o início o auê todo em torno da moça, segundo show dela no Studio Sp etc e tal. Mas, na boa, a coisa anda sem controle.
- Se fossem fazer algo do tipo no Brasil, certamente seria um disco celebrando o carnaval. Nos EUA começam a sair os especiais de Natal. Saca isso.
HEHE.
- Liniers, para começar sempre bem a semana.
- Vamos numa maratona de clássicos?
- “Maturidade: aos 34 anos voltei a usar cueca”
Dahmer, sábio.
- Afinal de contas, todo mundo gosta da cazinha de mamãe, né?
- Se ilga malungo, Eddie lançando seu novo disco. Aqui, pra download. Foda, hein? Muito afetivo para o sobrescrito, que entre os dez melhores shows da vida, tem um do Eddie, na República da Música, em Natal.
- O Guardian pescou a profecia de Monteiro Lobato sobre Obama.
- Enfim, o Killers massacrou o Guns. Em resumo: disputa de piores.
Chegaê, mais tarde tem mais.
Deixe seus comentáriosDe elite
“No Jornal Nacional de sexta, pretos e pobres se fodendo. Você sabia que tinha tanto preto em Santa Catarina? Nos desastres naturais, pagam sempre os mais pobres e pretos. Nada de natural nisso. Ecos de New Orleans.”
Faz um tempo que eu deveria ter dado a dica aqui. É sobre o blog do Forastieri, um dos melhores jornalistas de cultura pop que esse país já produziu (devem existir uns cinco que vale a pena citar). Ele continua impagável e dizendo (vide Reginacaségate) o que pouca gente tem coragem. Fodaço =)
Deixe seus comentáriosÍndia urgente
Vocês estão acompanhando o que acontece em Mumbai? Há tempos não via coisa tão assustadora. Talvez Ruanda ou o Zaire. Lambendo os beiços para fazer cobertura jornalística de coisas assim, um dia, um dia…
Up Date: Se liga no Doria.
Up Date II: Assim como aconteceu nos ataques aos monges tibetanos, este ano, a internet tem sido o meio mais eficaz de tomar pé do que acontece na Índia (a ordem invertida dessa frase tornou-a confusa, mas, envim, vocês entenderam), numa cobertura de guerrilha praticamente. Um desses canais é o Twiiter do Vinu, indiano que também põe fotos sobre o assunto no Flickr. Ainda tem Live Streaming, para quem tiveruma boa conexão. Via QL.
Deixe seus comentáriosSalvem o jornalismo
De Geneton Moraes Neto:
Começa a chover. Não me ocorre outra idéia para me proteger do aguaceiro: paro na banca para comprar um jornal. Em época de “crise econômica”, eis um belo investimento, com retorno imediato: além de me brindar com notícias interessantes, o jornal, quando dobrado e erguido sobre a cabeça, cumpre garbosamente a função de guarda-chuva.
O jornal é de São Paulo. Poderia - perfeitamente - ser do Rio de Janeiro ou de qualquer outro estado brasileiro. Eu disse “notícias interessantes”? Em nome da verdade, retiro o que disse.
Pelo seguinte: não sou nenhum fanático por informação, não passo quatorze horas por dia conectado, não sou desses jornalistas que, à falta do que fazer na vida, acham que não existe nada sob o sol além do jornalismo. Em suma: considero-me apenas um consumidor mediano de notícias. Ainda assim, eu já sabia de noventa e cinco por cento do que aquele jornal tentava me dizer na primeira página.
O que o jornal me dizia, nos títulos ? Que o São Paulo “abre cinco pontos sobre o Grêmio”. Que novidade! Qualquer criança de dois anos que tivesse passado diante de um aparelho de TV na véspera já sabia. Nem preciso falar da Internet. “Chuvas em Santa Catarina matam 20″. Que novidade! “Obama divulga nomes de cargos-chave”. Que novidade! “EUA podem injetar até US$ 100 bi no Citigroup”. Que novidade!
Não é exagero: eu já tinha recebido todas essas informações na véspera.
Tive a tentação de voltar à banca, para pedir meus dois reais e cinquenta de volta. Mas, não: resolvi dar um crédito de confiança ao jornal. Quem sabe, como guarda-chuva ele teria uma atuação melhor. Teve.
De tudo o que estava nos títulos da primeira página do jornal, só uma informação era “novidade” para mim: “Brasil será o único país do mundo que não eliminou hanseníase”. Conclusão: o jornal estava me oferecendo pouco, muito pouco, pouquíssimo.
Tenho certeza absoluta de que milhares de leitores, quando abrem os jornais de manhã, são invadidos pelo mesmíssimo sentimento: em nome de São Gutemberg, para quem estes jornalistas acham que estão escrevendo? Em que planeta os editores de primeira página vivem? Por acaso eles pensam que os leitores são marcianos recém-desembarcados no planeta? Ninguém avisou a esses jornalistas que a TV e os milhões de sites de notícias já divulgaram, desde a véspera, as mesmíssimas informações que eles agora repetem feito papagaios no nobilíssimo espaço da primeira página?
Os autores dessas obras-primas (primeiras páginas que não trazem uma única novidade para o leitor médio!) são, com certeza, jornalistas que temem pelo futuro do jornal impresso. É triste dizer, mas eles estão cobertos de razão: feitos desse jeito, os jornais impressos estão, sim, caminhando celeremente para o mausoléu. Não resistirão.
Os coveiros da imprensa estão trabalhando freneticamente: são aqueles profissionais que aplicam cem por cento de suas energias para conceber produtos burocráticos, óbvios, chatos, soporíferos e repetitivos.
Em suma: os jornalistas estão matando o jornalismo.
Quem já passou quinze segundos numa redação é perfeitamente capaz de identificar os coveiros do jornalismo: são burocratas entediados e pretensiosos que vivem erguendo barreiras para impedir que histórias interessantes cheguem ao conhecimento do público. Ou então queimam neurônios tentando descobrir qual é a maneira menos atraente, mais fria e mais burocrática de transmitir ao público algo que, na essência, pode ser espetacular e surpreendente: a Grande Marcha dos Fatos.
Qualquer criança desdentada sabe que não existe nada tão fácil na profissão quanto “derrubar” uma matéria. Há sempre um idiota de plantão para dizer : “ah, não, o jornal X já deu uma nota sobre esse assunto”; “ah, não, o jornal Y publicou há trinta anos algo parecido” e assim por diante. O resultado desse exercício de trucidamento jornalístico é o que se vê: uma imprensa chata, chata, chata, chata. É raríssimo aparecer um salvador de pátria que pergunte: por que jogar notícias no lixo, oh paspalhos? Por que é que vocês não procuram uma maneira interessante e original de contar - e oferecer ao publico - uma história? Haverá sempre uma saída!
A regra vale para jornal impresso, revista, rádio, TV, internet, o escambau.
Mas, não. Contam-se nos dedos da mão de um mutilado de guerra os jornalistas que devotam o melhor de suas energias para fazer um jornalismo vívido e interessante. Já os burocratas e assassinos, numerosíssimos, continuam golpeando o Jornalismo aos poucos. Vão matá-lo, cedo ou tarde, é claro.
Não há organismo que resista à repetição dos botes dos abutres (um dia, quando estiver prostrado à beira de um pedaço de mar verde da porção nordeste do Brasil, farei - de memória - uma lista dos crimes que já vi serem cometidos, impunemente, nas redações. Se tiver paciência para juntar sujeito e predicado, prometo que farei um post. Almas ingênuas podem acreditar que absurdos não acontecem com frequência nas redações. Mas, em verdade, vos digo: acontecem, diariamente. O pior, o trágico, o cômico, o indefensável é que os assassinos do Jornalismo são gratificados com férias, décimo-terceiro, plano de saúde, aposentadoria, seguro de vida e vale-alimentação. Detalhe: lá no fundo, devem achar que ganham pouco….Quá-quá-quá).
Um detalhe inacreditável: em qualquer roda de conversa numa redação, em qualquer congresso ( zzzzzzzzzzz) de Jornalismo, é possível ouvir que há saídas simplíssimas. Bastaria tomar - por exemplo - providências estritamente “técnicas”: em vez de repetir papagaiamente(*) nos títulos aquilo que a TV e a internet já cansaram de divulgar, por que é que os jornais não destacam na primeira página a informação inédita, o ângulo pouco explorado, o detalhe capaz de prender a atenção do coitado do leitor na banca ? Pode parecer o óbvio dos óbvios, mas nenhum jornal faz. Qualquer lesma semi-alfabetizada sabe, mas nenhum jornal faz. Se fizessem este esforço, os jornais poderiam, quem sabe, atiçar a curiosidade do leitor indefeso que entra numa banca em busca de uma leitura atraente. Coitado. Não encontrará. É mais fácil encontrar um neurônio em atividade no cérebro de Gretchen.
Fiz um teste que poderia ser aplicado a qualquer estagiário de jornalismo: tentar achar, no exemplar que tenho em mãos, informações que rendam títulos menos burocráticos e mais atraentes do que os que o jornal trouxe na primeira página. Em quinze segundos, pude constatar que havia, sim, no texto das matérias, informações mais interessantes do que as que foram destacadas nos títulos óbvios. Um exemplo, entre tantos: a chamada do futebol na primeira página dizia “São Paulo abre 5 pontos sobre o Grêmio”. Por que não algo como “TREINADOR PROÍBE COMEMORAÇÃO ANTECIPADA NO SÃO PAULO” ou “JOGADORES DO SÃO PAULO PROBIDOS DE IR A PROGRAMAS DE TV”? A matéria sobre as enchentes dizia que, depois do maior temporal dos últimos dez anos, Santa Catarina enfrentava racionamento de água potável - um duplo castigo. E assim por diante. Daria para fazer dez chamadas diferentes. Mas… o jornal repete na manchete o que a TV já tinha dito.
Quanto ao futebol: com toda certeza, as informações que ficaram escondidas no texto eram mais atraentes do que a mera contagem de pontos que o jornal estampou no título da primeira página! Afinal, cem por cento dos torcedores do São Paulo já sabiam, desde a véspera, que o time disparara na liderança. Não é exagero dizer: cem por cento sabiam. Mas, a não ser os fanáticos por resenhas esportivas, poucos sabiam que o treinador tinha proibido os jogadores de participarem de programas de TV, para evitar comemorações antecipadas. Por que, então, esconder o detalhe mais interessante ? É o que os editores fazem: tratam de sepultar a informação mais atraente em algum parágrafo remoto, lá dentro do jornal. Depois, querem que o leitor saia da banca satisfeito por ter pago para ler o que já sabia…
Estão loucos.
Resumo da ópera: os assassinos do Jornalismo, comprovadamente, são os jornalistas. É uma gentalha pretensiosa porque acha que pode decidir, impunemente, o que é que o leitor deve saber. Coitados. O que os abutres fazem, na maior parte do tempo, em todas as redações, sem exceção, é simplesmente tornar chata e burocrática uma profissão que, em tese, tinha tudo para ser vibrante e atraente.
Mas nem tudo há de se perder. Os jornais podem, perfeitamente, ser usados como guarda-chuva. Fiz o teste. O resultado foi bom: cheguei tecnicamente enxuto ao destino.
(*)Papagaiamente: neologismo que acabo de criar, iluminado por uma inspiração animalesca.
1 comentárioSobre aranhas
@gmail.com
“Para quem quiser escrever para o presidente eleito antes de ele aposentar o Blackberry, se é que ele vai aposentá-lo mesmo, não vale tentar o óbvio. Explico. No dia 27 de julho de 2004, o americano de origem indiana Guru Raj tentava combinações de seu nome para um novo e-mail. Depois de esgotar as variações de que gostava, olhou para a TV e viu um jovem político negro discursando. Era a Convenção Democrata, que lançou o então senador estadual de Illinois nacionalmente. Como gururaj@gmail.com e rajguru@gmail.com já estavam tomados, o telespectador se registrou com o nome que viu na tela. Desde então, Guru Raj vem usando barackobama@gmail.com.”
Dávila, sempre em cima do lance.
Deixe seus comentáriosPanorâmica
Chegaê!
- Jeff Bridges pôs no site dele uma pá de fotos dos bastidores de Homem de Ferro, onde ele fez o vilão. Bacana demais.
- Anota agora para não esquecer: comprar a mesa de totó/pebolim pro Levino, neste Natal. Tnks.
- Não existe mulher feia. Existe mulher sem grana.
- “The Nazi leader lost a testicle during the Battle of the Somme in 1916, the doctor claimed. The medical condition, for which there has never been conclusive proof, was mocked in the Second World War ditty which begins: ‘Hitler has only got one ball, the other is in the Albert Hall’.”
Era tudo que eu precisava saber hoje: Hitler só tinha uma bola.
- Urnas eletrônicas fraudadas no Maranhão? Terra do Sarney, né?
- Novoselic destrincha o rebu do histórico encontro entre Kurt Cobain e Axl Rose. Fico com o grunge.
- Há coisa mais ridícula do que Júnior com uma banda de rock fazendo pose? Sim, tem. O nome da banda: Nove Mil Anjos (não canso de regurgitar quando leio isso).
- “Virginia Heffernan, blogueira de vídeo online do “New York Times”, lançou a pergunta: “Quem é o Godard do TouTube?”. Ela mesmo reconhece que há algo de enviesado na questão. Como na vez em que o escritor Saul Bellow perguntou: “Quem é o Tolstoi dos zulus?”. As realidades são diferentes, os tempos são outros.”
Vai, Calil.
- Fernando Meirelles quer deixar a tensão dos seus filmes um pouco de lado?
- Fica na espreita que o Arnaldo entrevistou Gil Brother (ídolo acima de todos os ídolos).
- “O podcast da rádio online Naked Scientist entrevistou John Coates, um economista da faculdade de Cambridge que está pesquisando a influência os hormônios nas decisões dos investidores em momentos de bolhas e crises.”
Isso é muito bom, by Parada =)
1 comentárioBuendias
Tem dias que um bom disco é fundamental para que você fique bem. Ou vários discos. Como o Silence is Easy, do Starsailor, que há muito, muito tempo eu não ouvia. É bom tirar a poeira das coisas e perceber que você ainda assobia todos os arranjos e canta a letrinha junto, levantando o isqueirinho (haha). Razorlight, Richard Hawley e que tais em random no toca disco, idem.
Deixe seus comentáriosA cura
“Ânimo, o mundo poderia ser muito pior. A mãe da Xuxa poderia ter engravidado de gêmeos, por exemplo”
Dahmer, dando passos importantes para curar o meu insuportável mau humor.
Deixe seus comentáriosPop! Pop! Pop!
- E esse disco novo do Killers, hein? Day and Age. Ainda não sei se curti. Uma coisa é certa: é improvável que eles repitam o Hot Fuss. Mas ó, curto muito o Sam’s Town e o Sawdust, até. Ah, download aqui. Vai ouvindo… Não tem uns ecos de Eurodance, Pet Shop e Depeche aí? Ou viajei?
- Não, Mojo, eu realmente não curti o Chinese Democracy. Sim, eu curto Guns, mas a título de rock farofa e memória afetiva adolescente. Ponto. Ah, os panacas da China bloquearam o disco na internet.
- As melhores fotos de capa de disco da história. Cool =)
- 32 roqueiros atrás das grades. He.
- 100 dias que mudaram a música. Quase um tratado.
- Tá, eu sei que a Blender é mainstream, mas que porra de lista de melhores discos de 2008 é essa, que tem Mariah Carey? Melhor a lista da Mojo, que, claro, tem For Emma Forever Ago, do Bon Iver =~
Ps.: Não achei o link. Qualquer hora encontro e ponho aqui. Já saiu a lista da NME?
Up Date: Mais listas! A Uncut bota no topo o Portishead, a Mojo vai de Fleet Foxes, Rough Trade ataca de Bon Iver (sábios!), já a Paste fecha com She and Him (?!).
- Richey Edwards, do Manic Street Preachers, foi declarado oficialmente morto. Foda. Eis uma história que sempre me atormentou, esse lance dos caras continuarem pondo a grana na conta dele etc. Triste.
- Dez anos de Strokes (como já pus logo abaixo). Mas enfim, qual a melhor música? Dúvida cruel… Hard to explain?
- OS PRIMEIROS CINQUENTA ANOS DAS TIRINHAS DO SNOOPY. Morri.
- A Nokia mandando bem com um viral.
- Spiritulized abrindo pro Radiohead no Brasil? Ou o Portishead?
- Baixaê Circus, música do novo disco da Britney Spears =)
- Johnny Depp como o Chapeleiro Louco de Alice? Nem sabia…
- Aê, que fuleragem é essa de falar mal do meu trampo, rapá? HAHA. “A jornalista” tá rindo muito disso.
Deixe seus comentáriosTudo é relativo
“Hugo Chávez de presto declarou que as eleições regionais de ontem, na Venezuela, foram uma grande vitória. E, com o número que está nas manchetes – venceu em 17 estados contra cinco da oposição –, bem o parece. Mas a vitória não é tão clara assim. O Partido Socialista Unido da Venezuela perdeu nos estados de Zulia e Miranda, os ricos produtores de petróleo onde vivem 6,6 dos 28 milhões de venezuelanos. Perdeu também na grande Caracas, onde moram outros 6,2 milhões. A oposição passará a governar localmente metade dos venezuelanos.”
Doria destrinchando as coisas.
Deixe seus comentáriosRapidinha
- Dez anos de Strokes =~~
Ps.: Aqui ó, do lado esquerdo do peito.
- “O ‘chá do Santo Daime’, originário da Amazônia e empregado em rituais religiosos, tornou-se a base de uma pesquisa inédita bem-sucedida da USP (Universidade de São Paulo) de Ribeirão Preto para tratar pacientes com depressão.”
Bacana, né?
- O cara que filmou Kung Fu Panda vai fazer He-Man?
- “Experimente passar um domingo em casa. Sem tirar os pés do chão do apartamento – se você mora em apartamento – ou do chão da casa – se você mora em casa. Mora já nas nuvens? Ah, meu irmão, então vai te fuder. Experimente passar um domingo em casa. Sem botar o nariz fora da janela, nem a pontinha – se você tem narizinho – ou a pontona – se você é um clone do Cyrano de Bergerac.”
MIDC, caprichando.
- O LCD Soundsystem vai acabar? Tristeza. “All my friends” é uma das dez músicas da década.
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