Adeus Columbus

Arquivos de abril, 2008

Mrs. Johansson

Pois é, saiu o primeiro clipe do disco de estréia da atriz Scarlett Johansson como cantora, só com músicas do Tom Waits. Tem participação do David Bowie e tudo mais, coisa luxosa, mas na boa? bem sem gracinha. Ouvi o disco inteiro (não, não tenho como piratear, é uma cópia “travada” que a Warner distribuiu entre jornalistas) e achei muito chato a maioria do tempo, pitadas de Cocteau Twins para todos os lados. Mas convenhamos, já foi a época do Cocteau, né? No fim das contas é melhor ela ficar só atuando mesmo, mas a gente perdoa só porque é linda.

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Music is my hot hot sex

A do Coldplay tá aí embaixo. Mas tem duas novas da Lilly Allen, uma do CSS, um desastre do Mutantes (alguém interdita o Sergio Dias, por favor? Arnaldo já fez isso sozinho. Digno).

Ps.: Achei boa a do CSS, mas muito rockinho inglês. Não vai colar, to falando… Começaram a se levar a sério.

Up Date: Ah, tem a nova do Jesus and Mary Chain. Curti não. Quero ruído, barulho, noise!

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Violet Hill

E aí, já sacaram a primeira música que vazou do próximo disco do Coldplay? se chama Violet Hill, do disco Viva La Vida. Vai vendo… Não sei se gostei ainda.

Up Date: a EMI MUSIC está retirando todos os vídeos do Youtube que têm a música do Coldplay. Então quando eu conseguir outro canal, ponho aqui.

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1,2,3,4

Sim, eu vi Iron Man =)

Cabine exclusiva pra imprensa e coisa e tal. E digo que o filme é MUITO FODA! Juro que até amanhã resenho ele aqui (coisa que vou fazer também para a Tribuna do Norte, de Natal). E aí, compraram a Trip de abril? Texto meu depois da entrevista com o Nasi. Espero que curtam. Maio Junho tem matéria na Playboy, sobre os dias que fiquei na Amazônia, maio uma resenha de livro na Rolling Stone e um perfil na Trip. Junho uma resenha de O Fantasma Sai de Cena, do Roth, mas por enquanto ainda segredo a publicação. Bom, agora vou me despedir de SP um pouco, curtir a cidade, eu mereço. Depois conto mais coisa, por enquanto Feist fala por mim:

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Deus é pai!

Fala sério, tem coisa melhor no mundo do que acordar em pleno domingão e dar de cara com uma notícia como essa?

Phil Collins anuncia que não fará mais turnês ou discos.

Devia levar junto com ele tanta gente… Mas por hoje está de bom tamanho.

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Oh, fuck it! I’m going to have a party

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“Olho de Thundera” ou Eu adoro os jornais de PE

Líder dos Thundercats é preso em Olinda
Publicado em 21.04.2008, às 18h19

Do JC OnLine

O Grupo Ostensivo Tático de Inteligência (Goti) da Polícia Militar prendeu, às 18h desta segunda-feira, Aloísio Sandro Batista de Lima, conhecido como Sandro Rico, 29 anos. O homem é um dos líderes e o principal financiador do grupo de extermínio Thundercats, que, além de dezenas de execuções no Grande Recife e interior do Estado, é acusado de desmanche de carros e lavagem de dinheiro.

Sandro foi preso próximo a sua residência, em Jardim Paulista, Olinda, após um mês de investigação, num trabalho conjunto das polícias Civil e Militar. O acusado já havia sido detido em agosto passado - quando a polícia começou a desarticular a quadrilha e chegou a prender mais de 15 integrantes do grupo -, mas foi solto com pedido de habeas-corpus. Desde março deste ano, a prisão preventiva de Aloísio Sandro havia sido decretada.

O rapaz está na Delegacia do Varadouro, em Olinda, e será encaminhado ainda hoje ao Centro de Triagem (Cotel), em Abreu e Lima.

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Aaaaaaaaaaaaaaaah! Morri.

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Terremoto

Ah, eu preciso celebrar o prazer que é encontrar o Antonio, coisa rara diga-se. O Prata sempre ocupado, eu idem, materializamos o improvável que é sentar numa mesa e jogar conversa fora a cada três meses, embora estejamos separados por dois bairros apenas. Mas ontem foi um dia alegre, Antonio apareceu e o Corsaletti também, falando empolgadamento do seu próximo livro, King Kong e outras cervejas. E, claro, falamos do terremoto. Antonio com mais classe do que nós todos juntos. Ei-lo:

Não é que eu não soubesse que de 2008 a gente não passava, mas esperava a hecatombe só lá para julho, quando uns cientistas colidirão mini-partículas num bambolê de 27 km, enterrado entre a França e a Suíça, criando um buraco negro que reduzirá a mim, a você, ao Kilimanjaro e a tudo o que existe no planeta a uma bolota do tamanho de uma azeitona. Contava com os meses restantes para ler Proust, conhecer as cataratas do Iguaçu e fazer um curso rápido de danças de salão – um antigo desejo de minha senhora. Então a tela do computador tremeu, o quadro atrás da tela também, minha bunda chacoalhou sobre a poltrona, a poltrona deslizou uns dois centímetros sobre a crosta terrester, a crosta sambou sobre a enorme camada de gelatina, também conhecida como magma, com a qual Deus imprudentemente recheou a Terra e pensei: danou-se.

Enquanto corria para baixo do batente da porta — precaução aprendida num desses documentários da TV e que jamais achei que me fosse ser útil, pelo menos não aqui nas Perdizes – pensei nas duas hipóteses mais prováveis: terremoto ou loucura. Contemplando o lustre a tremelicar no teto, torci egoisticamente pela primeira opção. Afinal, se o céu finalmente caísse sobre nossas cabeças, como temia Obelix, eu não estaria só em meu sofrimento. (Desculpem, camaradas, mas foi assim mesmo).

A idéia de um terremoto no Brasil é tão absurda que logo abriu uma fenda no centro de meu bom senso, fazendo-me considerar outras possibilidades não menos estranhas. George Bush apertou o botão vermelho, sem querer, iniciando a guerra atômica? Os marcianos estão atacando? (O tremor seria, provavelmente, causado pelo pouso da nave mãe no Memorial da América Latina). Deus, conforme prometido, havia iniciado o juízo final?

Depois de mais ou menos cinco segundos, quando eu já havia me conformado com o fim do mundo e até encontrado algum consolo ao perceber que, se tudo acabasse, ao menos estaria livre de fazer o imposto de renda, o chão voltou a se comportar como antes. Peguei uma coca-zero, sentei-me novamente sobre a poltrona e o terremoto apareceu na internet, embaixo da manchete sobre as noventa e duas mortes causadas por dengue no Rio de Janeiro e acima do padre que saiu voando, agarrado a umas bexigas, na costa de Santa Catarina. A vida seguia seu rumo, como sempre, na mais perfeita normalidade.

Terremoto, de Antonio Prata

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Malas

Então… então que tudo na mesma ainda, o tempo escasso e coisa e tal. Arrumando malas, juntando as coisas, go home. Então quando o tempo aparecer eu descanso primeiro e depois cuido do site, digo cuidar com aquelas atualizações diárias e dezenas delas por dia, enfim. Não demora, prometo. Enquanto isso não chega, drops para que ti quiero. Caetano fazendo beicinho; totalmente demais. Bom fim de semana.

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Barack Balboa

Puta enrolação, né? Eu sei que o site anda devagar quase parando, mas juro que é por uma boa causa (ao menos financeira, rs). Período de transição, trabalhos, dead line, tudo ao mesmo tempo agora e já. Mas eu volto. Continuo com a sábia frase de Collor: Não me abandonem! Enquanto isso um vídeo foda sobre a campanha nos EUA.

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Ritcher

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Gênios da raça

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Drama

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Deus do céu…

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